To the church of Christ on Wieuca and Re-church,
As I leave to a new journey, I want to thank each and every one of you who walked with me for the past three years. Wieuca was the first church I visited when I arrived in Atlanta and it became part of my life from that first Sunday on. Little did I know back then that your faces would accompany me through my pains, joys, obstacles and achievements in the USA.
I thank you for the opportunity of sharing bread and wine, thoughts and theologies, agreeing to disagree, help and support the community, volunteer and be actively part of the body of Christ in fellowship with you.
I thank God specially for the ones who put time and effort and faith and prayer to make Re-church happen and allow me to be part of this wonderful vision of Christianity today. I pray that God will encourage you, wherever you are now, to be a living example of what Re-church stood for. You taught me so very much and were amazingly present when I was alone and in despair. I will remember your faces and say a prayer for you so that your journey may be filled with love and courage.
To my brothers and sisters at Freedonia, may the Lord keep you and bless you. May He be the continuous focus of you and may He multiply the love and koynonia among you many times more than I can count.To all of you, Luda, Penny, Marlee, Connie, Stephanie, Debra and Scott, Matt, Abby and Jake, Michael and Vicky, Cecil and his belated wife, Susan, Allan and Jim, Gil, Linda, Kim, John and Missy, Sharon, Robin, Steve and so many others, my sincere thank you.
Blessings and love,
Marília
24 de julho de 2011
2 de junho de 2011
The bigger person
Apesar de vivermos expostos à idéia de inimigos, raramente encontramos pessoas que têm inimigos. Eu, por destino ou acaso, sou uma delas.
Meus inimigos não são como os personagens de quadrinhos, altamente maquiavélicos e maniqueístas, embora eu tenha enorme dificuldade de ver seu lado humano. Tampouco são pessoas com superpoderes ou publicamente odiados. Na verdade, desde cedo, percebi que meus inimigos são assim uma mescla de Darth Vader ("I'm your father, Luke") com Coiote (os inúmeros planos infalíveis). A paixão com que me odeiam e os meios que escolhem para me prejudicar são assustadoramente reais, embora haja uma linha tênue que espera que no fim eu me redima e vá para o lado negro da força.
Confesso que apesar de tantos anos convivendo com mais do que a idéia de ter um inimigo, ainda não me acostumei com a realidade tangível de ter um ali mesmo na sala ao lado. De fato, o que mais me incomoda é não saber como agir. Ser o super-herói que dá a mão quando o inimigo está na beira do abismo só para ser ludibriada novamente ou usar meus raios mortais para eliminá-lo totalmente? Talvez desarmá-lo para que a polícia tome conta ou ainda ser a melhor cristã e dar a outra face?
Enquanto nado nesse mar de criptonita que é a dúvida, descubro que independente do meu inimigo e como vou eliminá-lo, aprendo cada dia mais sobre a capacidade humana de ser intrisicamente má. Com ou sem acento.
17 de maio de 2011
14 de maio de 2011
Bandeira branca

Até os vinte, o maior inimigo da mulher é a gravidez. Depois dos trinta, é a gravidade.
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Moro no quarto andar e tem uma escada ao lado do meu apartamento que dá somente para o terceiro andar, onde fica a piscina, que é cercada. Ou seja, em caso de incêndio no prédio, ou morro queimada ou afogada.
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E como está na moda por aqui prever o fim do mundo, juntei todas as evidências, li e reli a Bíblia três vezes, fiz estudos e, pelos meus cálculos, o mundo vai acabar em 2016. Modos que já que só tenho cinco aninhos para cumprir minha bucket list, declaro a guerra contra minha banha terminada e me rendo aos prazeres da carne, do peixe, das verduras, das frutas e do vinho. Se brincar, até volto a comer crustáceos só para antecipar meu juízo final.
29 de abril de 2011
Defensor dos fracos
Você leitora que tem cabelos ressecados, revoltados, revirados, dengringolados, esgulepados, alisados, encrespados, chateados, indisciplinados, alterados, esturricados, maltratados e até desenganados não precisa mais se preocupar. Com apenas vinte doletas você compra em qualquer amazon da vida o Absolut Repair da linha profissional da L'Oreal e após três lavadas já nem se reconhece no espelho. Os meus cabelos, coitados, depois de sol, água do mar, progressiva e luzes no Brasil e vendaval diário nos istaites estava de sentença dada (tesoura) antes de eu encontrar esse super-herói dos cabelos. Vai lá, bobinha, experimenta!
25 de abril de 2011
Deserto virtual
Depois de quarenta dias sem entrar no facebook e na minha amada fazendinha, além de muita terra para arar, fiquei com várias questões dançando em minha cabeça.
A primeira coisa que notei é que com a disseminação dos telefones inteligentes, a nossa tendência é preferir estar ligado ao mundo virtual. Pelo menos aqui nos Istaites, percebi que é cada vez maior o número de pessoas que estão acompanhados e mesmo assim acessam seus celulares constantemente para ver se têm novas mensagens, mensagens de texto, updates ou mesmo para checar o tempo. Não falo daqueles momentos em que um puxa o telefone para procurar a resposta para a pergunta sobre a qual todos teorizam e poucos, ou nenhum, têm a resposta.
Você já presenciou isso, se parar para pensar. Está com um amigo tomando um café e ele, mecanicamente, aperta o botão do celular como que para ter certeza de que não perdeu uma ligação, um update, uma foto ou... o quê mesmo?
Daí vem a pergunta: é mais importante, melhor, fundamental, estar com esse amigo ali, no momento, nem que seja em silêncio ou fugir para o mundo virtual de pessoas que só se veem uma vez por ano? Confesso que em várias ocasiões me senti mal. Era quase como se eu não estivesse lá ou como se fosse melhor que não estivesse. E senti culpa também, pois bem sei que fiz alguns passarem por isso.
Que vazio que faz com que procuremos na matrix a resposta para uma pergunta que nem sabemos qual é? Que emoção virtual pode suplantar a real? Que experiência? Me preocupo se daqui a algum tempo seremos capazes de viver o agora, a dor, a alegria, uma emoção qualquer que seja real. Suportar uns aos outros, a realidade, a solidão de ser dois ou mais. Me pergunto se queremos escolher, se percebemos onde essa trilha está nos levando. E como exercício, sem pretensão alguma de disciplinar, sugiro que você exercite por uns dias seu poder de estar totalmente presente na realidade, sem se preocupar com o que está acontecendo virtualmente e me conte depois como foi essa experiência. Não se preocupe, you will be back.
A primeira coisa que notei é que com a disseminação dos telefones inteligentes, a nossa tendência é preferir estar ligado ao mundo virtual. Pelo menos aqui nos Istaites, percebi que é cada vez maior o número de pessoas que estão acompanhados e mesmo assim acessam seus celulares constantemente para ver se têm novas mensagens, mensagens de texto, updates ou mesmo para checar o tempo. Não falo daqueles momentos em que um puxa o telefone para procurar a resposta para a pergunta sobre a qual todos teorizam e poucos, ou nenhum, têm a resposta.
Você já presenciou isso, se parar para pensar. Está com um amigo tomando um café e ele, mecanicamente, aperta o botão do celular como que para ter certeza de que não perdeu uma ligação, um update, uma foto ou... o quê mesmo?
Daí vem a pergunta: é mais importante, melhor, fundamental, estar com esse amigo ali, no momento, nem que seja em silêncio ou fugir para o mundo virtual de pessoas que só se veem uma vez por ano? Confesso que em várias ocasiões me senti mal. Era quase como se eu não estivesse lá ou como se fosse melhor que não estivesse. E senti culpa também, pois bem sei que fiz alguns passarem por isso.
Que vazio que faz com que procuremos na matrix a resposta para uma pergunta que nem sabemos qual é? Que emoção virtual pode suplantar a real? Que experiência? Me preocupo se daqui a algum tempo seremos capazes de viver o agora, a dor, a alegria, uma emoção qualquer que seja real. Suportar uns aos outros, a realidade, a solidão de ser dois ou mais. Me pergunto se queremos escolher, se percebemos onde essa trilha está nos levando. E como exercício, sem pretensão alguma de disciplinar, sugiro que você exercite por uns dias seu poder de estar totalmente presente na realidade, sem se preocupar com o que está acontecendo virtualmente e me conte depois como foi essa experiência. Não se preocupe, you will be back.
23 de abril de 2011
Em doses medicinais
Enquanto os laboratórios bolam novas maneiras de vender viagra (o que fazer com os que não conseguem nem mascar chicletes mais?), eu fico pensando por que ainda não inventaram prozac em jujubas ou remédio para emagrecer como cereal matinal. O público alvo certamente seria maior.
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Por outro lado, ao tomar conhecimento do, rã rã, heróico plano do governo de Atlanta para combater o desemprego, imagino se deveria usá-lo como modelo para combater meu próprio Dr Evil. Na pior das hipóteses, me protejo contra o ar condicionado frígido do escritório.
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Em uma outra descoberta nada relacionada com as anteriores, aprendo que os dinamarqueses são o povo mais feliz no mundo (bem mais crível do que os habitantes de Vanuatu, na minha opinião). No entanto, a notícia é um tanto óbvia. Você já ouviu falar de um dinamarquês feio? Pobre? Dinamarquês é tudo príncipe, magro e esbelto. E como tal, tem direito a final feliz. Para sempre.
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